Continuando com a senda das crónicas sobre o "BRM Planícies e Montados 300" aqui estão os comentários de um companheiro dessa aventura - Luis Inácio.
A Crónica do Arlindo ilustra muito bem o BRM Planícies e Montados 300, penso que não há mais nada a acrescentar.
Por isso vou só mandar três parágrafos sobre algo que eu acho muito importante a indispensável “A Camaradagem”.
Uma prova de 300 km, não parece estar ao alcance de qualquer um, mas qualquer um a pode fazer, desde que tenha o mínimo de preparação não só física como psicológica, não deixe descurar a alimentação e a hidratação e não menos importante, saber escolher ou ter a sorte de poder contar com a companhia certa, que com certeza é um fator de peso para ultrapassar um grande desafio.
A prática de desporto em bicicleta é muitas vezes rotulado com um desporto individual e solitário, é claro, que muitas vezes somos só nós, a força de vontade, as pernas e a bicicleta, para vencer as distâncias e os obstáculos do terreno, mas quando testamos os limites, existe algo que não se pode explicar, nos companheiros que nos levam para além do que pensamos ser os nossos limites e por vezes superá-los largamente.
Um agradecimento especial ao José Almeida, Arlindo Beicinho e Paulo Gomes, pois com companheiros assim, não há distancia ou obstáculo que por mais inacessível que seja não possa ser superado.
A Crónica do Arlindo ilustra muito bem o BRM Planícies e Montados 300, penso que não há mais nada a acrescentar.
Por isso vou só mandar três parágrafos sobre algo que eu acho muito importante a indispensável “A Camaradagem”.
Uma prova de 300 km, não parece estar ao alcance de qualquer um, mas qualquer um a pode fazer, desde que tenha o mínimo de preparação não só física como psicológica, não deixe descurar a alimentação e a hidratação e não menos importante, saber escolher ou ter a sorte de poder contar com a companhia certa, que com certeza é um fator de peso para ultrapassar um grande desafio.
A prática de desporto em bicicleta é muitas vezes rotulado com um desporto individual e solitário, é claro, que muitas vezes somos só nós, a força de vontade, as pernas e a bicicleta, para vencer as distâncias e os obstáculos do terreno, mas quando testamos os limites, existe algo que não se pode explicar, nos companheiros que nos levam para além do que pensamos ser os nossos limites e por vezes superá-los largamente.
Um agradecimento especial ao José Almeida, Arlindo Beicinho e Paulo Gomes, pois com companheiros assim, não há distancia ou obstáculo que por mais inacessível que seja não possa ser superado.

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