Diz-se dos Alfa Romeos que são os piores carros do mundo em 99% dos dias e os melhores no restante 1%.
Descobri hoje que a minha "burra" do Porto Santo é um Alfa Romeo: faz montes de barulho, as mudanças não entram bem, é pesada, e deixa-me com dores nas costas ao fim de pouco tempo de andar nela.
Mas hoje foi um dos 1% dos dias em que a minha "burra"/Alfa Romeo foi a melhor bicicleta/carro do mundo !
Saí de casa às 07:30 da manhã e estava um sol glorioso, daqueles "sois" de primavera após um longo e cinzento inverno. Até aqui tudo normal, quem conhece o Porto Santo sabe que numa manhã - literalmente numa manhã - podemos experimentar todas as quatro estações do ano.
Mas à medida que o tempo ia passando, o sol primaveril teimava em não se ir embora, e nem o vento aparecia para estragar a volta de bicla.
Desta vez parti em direcção à Calheta em vez de "embicar" logo para a Serra: não havia quase ninguém na estrada e pude assim rolar e aquecer as pernas durante 16 kms antes de começar a subir para o Miradouro da Portela (subida de 3,5 kms com 4,5% de gradiente médio).
No Miradouro da Portela a vista era espectacular: para além do habitual vista sobre o Porto Santo - hoje mais bonita por causa do "sol dourado" da "golden hour" (o nascer do sol no Porto Santo é agora por volta das 07:02...) - conseguia-se ver os três ilhéus das Desertas (Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio) e também a Madeira !!! Um espectáculo digno de ser visto !
Continuei para a Serra de Fora (subida de 2,4 kms com 7,1% de gradiente médio) que costuma ser o local onde encontro o Outono (muito vento) e o Inverno (chuva miudinha). Mas desta vez continuei com o sol primaveril o que deu para apreciar com outro gosto a paisagem, sobretudo o Pico do Facho e o Pico Castelo.
O meu destino era agora exactamente a parte de trás (em relação à Vila Baleira) do Pico Castelo, mais concretamente o inicio da subida final em terra batida para o Pico do Facho.
Para chegar lá desci novamente à "vilha" para depois subir 3,8 kms com 7,8% de gradiente médio por uma estrada de paralelipipedos. O sol continuava a teimar em aquecer o corpo e massajar a mente, e foi nesta boa disposição que lá cheguei ao ponto mais alto do Porto Santo que se consegue atingir por estradas alcatroadas em bicicleta: 295 metros segundo o meu Garmin Edge 500, 318 metros segundo a cartografia...
Daí foi descer em alta velocidade de volta à "vilha", comprar pão fresco e queijadas do Porto Santo e regressar a casa a tempo de preparar o pequeno-almoço para o resto da familia que continuava a dormir o sono dos justos !!!
Descobri hoje que a minha "burra" do Porto Santo é um Alfa Romeo: faz montes de barulho, as mudanças não entram bem, é pesada, e deixa-me com dores nas costas ao fim de pouco tempo de andar nela.
Mas hoje foi um dos 1% dos dias em que a minha "burra"/Alfa Romeo foi a melhor bicicleta/carro do mundo !
Saí de casa às 07:30 da manhã e estava um sol glorioso, daqueles "sois" de primavera após um longo e cinzento inverno. Até aqui tudo normal, quem conhece o Porto Santo sabe que numa manhã - literalmente numa manhã - podemos experimentar todas as quatro estações do ano.
Mas à medida que o tempo ia passando, o sol primaveril teimava em não se ir embora, e nem o vento aparecia para estragar a volta de bicla.
Desta vez parti em direcção à Calheta em vez de "embicar" logo para a Serra: não havia quase ninguém na estrada e pude assim rolar e aquecer as pernas durante 16 kms antes de começar a subir para o Miradouro da Portela (subida de 3,5 kms com 4,5% de gradiente médio).
No Miradouro da Portela a vista era espectacular: para além do habitual vista sobre o Porto Santo - hoje mais bonita por causa do "sol dourado" da "golden hour" (o nascer do sol no Porto Santo é agora por volta das 07:02...) - conseguia-se ver os três ilhéus das Desertas (Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio) e também a Madeira !!! Um espectáculo digno de ser visto !
Continuei para a Serra de Fora (subida de 2,4 kms com 7,1% de gradiente médio) que costuma ser o local onde encontro o Outono (muito vento) e o Inverno (chuva miudinha). Mas desta vez continuei com o sol primaveril o que deu para apreciar com outro gosto a paisagem, sobretudo o Pico do Facho e o Pico Castelo.
O meu destino era agora exactamente a parte de trás (em relação à Vila Baleira) do Pico Castelo, mais concretamente o inicio da subida final em terra batida para o Pico do Facho.
Para chegar lá desci novamente à "vilha" para depois subir 3,8 kms com 7,8% de gradiente médio por uma estrada de paralelipipedos. O sol continuava a teimar em aquecer o corpo e massajar a mente, e foi nesta boa disposição que lá cheguei ao ponto mais alto do Porto Santo que se consegue atingir por estradas alcatroadas em bicicleta: 295 metros segundo o meu Garmin Edge 500, 318 metros segundo a cartografia...
Daí foi descer em alta velocidade de volta à "vilha", comprar pão fresco e queijadas do Porto Santo e regressar a casa a tempo de preparar o pequeno-almoço para o resto da familia que continuava a dormir o sono dos justos !!!




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